Profissional

Motivação no trabalho

Apesar de existirem diversos materiais sobre o assunto na internet, poucos enfatizam no verdadeiro significado da motivação. Na prática, não deveríamos falar de motivação no trabalho sem antes saber o que é isso.

Motivar alguém ou manter-se motivado, é o mesmo que manter o entusiasmo, aquele desejo de sempre querer fazer mais, dar o melhor de si. Para motivar alguém, ou você mesmo, é necessário utilizar-se do poder das influências. Essas deverão nos deixar inspirados para agir.

É comum o erro de tentar motivar ou através do castigo, ou do suborno. Soluções superficiais e de curto prazo, pois não atingem nem a mente nem o coração das pessoas. Nada mais é que uma emoção temporária. Outro erro é a crença de que temos o poder de mudar as pessoas. Não temos controle algum sobre a vida de terceiros. O que todos nós possuímos, é o poder da influência. Podemos influenciar as pessoas e torcer para que suas ações futuras sejam coerentes à influencia recebida. Isso serve tanto com os outros quanto para você mesmo. A principal diferença é a possibilidade de mudar sua influência a todo momento, 24 horas por dia.

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Os sete hábitos dos executivos mal sucedidos

Sydney Finkelstein, professor da Tuck School of Business da Dartmouth College, Estados Unidos, publicou o trabalho “Por que executivos inteligentes falham” há 8 anos. Nele, ele compartilhou algumas de suas pesquisas sobre o que mais de 50 ex-altos executivos de empresas como a Enron, Tyco e WorldCom fizeram para se tornar fracassos completos. Todos tinham sete hábitos em comum.

Como antigamente, estas características podem ser encontradas também hoje. Alguns sinais de alerta para empresas imbatíveis como a Apple, Google e Amazon.com. Aqui está a lista feita por Finkelstein e publicada recente pela Forbes.

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Todas as pxssoas são importantxs.

Sim, você é importante! Trecho retirado do livro “Nos Bastidores da Disney”.

[blockquote]Às vxzxs, fico pxnsando qux aquilo qux faço não txm importância, mas xntão lxmbro-mx dx minha vxlha máquina dx xscrxvxr. A maioria das txclas gxralmxntx funcionava bxm. Um dia, contudo, uma das txclas parou dx funcionar, x isso foi um problxma x tanto. Por isso, quando mx sinto txntado a dizxr qux não faz difxrxnça sx xu fizxr alguma coisa dirxito ou não, porqux sou apxnas uma pxssoa, lxmbro-mx dx minha vxlha máquina dx xscrxvxr. X digo algo pra mim mxsmo: “Sou nxcxssário, x as pxssoas prxcisam dx mim”.[/blockquote]

O cisne branco e negro que existem dentro de nós

O mercado profissional está cada vez mais competitivo e devido a isso as pessoas estão na busca desenfreada da perfeição. Mas até que ponto tornar-se uma pessoa perfeita, é sinonimo de ser um profissional de sucesso? O filme Cisne Negro retrata isso, fala da história de uma bailarina dedicada que se esforça além da conta para atingir a perfeição técnica., na verdade ela é tecnicamente perfeita, mas incapaz de sentir. Tinha técnica e nenhuma vida.

Exatamente isso que são as pessoas perfeccionistas, elas tem uma necessidade incontrolável de tentar ser – ou parecer – perfeito, são persistentes, detalhistas e extremamente organizadas. Mas elas não transmitem emoção, seus olhos não brilham, e não conseguem enxergar imperfeição nenhuma em si,reprimindo todo seu lado sombrio, mal, imoral.

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Promoção no trabalho: mérito, sorte ou simpatia do chefe?

Alguém diz:

Ele foi promovido e eu não… por quê?

Ô perguntinha difícil essa, não? Talvez ela tenha até passado pela sua cabeça algumas vezes, seja em relação à sua própria carreira ou em relação à carreira de algum colega de trabalho.
O fato é que, para o senso comum, é difícil entender por que as empresas fazem certas coisas com os funcionários. Por exemplo, um funcionário de mentalidade simples e com um grau limitado de instrução não consegue entender como funcionam os métodos da empresa em que ele trabalha, na hora de avaliar se um colaborador está apto ou não para ocupar um cargo superior. Às vezes, nem mesmo uma pessoa com alto grau de qualificação consegue acompanhar o raciocínio de sua empresa.

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Cinco dicas para construir uma marca pessoal

Recebo muitas perguntas sobre construir uma marca pessoal, por isso, vou dar-lhe cinco dicas breves para construir uma marca pessoal:

Não seja apenas mediano, seja diferente

Profissionais que se destacam dos demais, conseguem isso porque são de algum modo, diferentes. Não importa o que você faça, mas fuja da medianidade, por que são os melhores e os piores que são lembrados, nunca os medianos.

Nunca passe despercebido

Muitas chances profissionais surgem de construir uma marca pessoal e simplesmente são desperdiçadas por falta de iniciativa por parte do profissional. Sempre aproveite maneiras de deixar sua marca pessoal por onde passa.

Invista na comunicação

Tão importante quanto ter conhecimento de algo é comunicar-se adequadamente. O que é um bom produto sem uma boa comunicação? Idem ao profissional.

Faça algo pessoal com a qual possa orgulhar-se

O mercado valoriza pessoas com realizações pessoais, especialmente quando feitas em prol de outras pessoas. Isso trás inúmeros benefícios pessoais, que vão da auto-realização a ajuda prestada a outros.

Só se ganha investindo seu tempo em outros

Tenha algo a contribuir para sua rede de contatos. Valem dicas, conhecimento, materiais técnicos dentre outros. Colabore mesmo sem receber nada em troca.

Lembre-se, exige muito investimento para construir uma marca pessoal, invista nisso e  com o tempo colherá os resultados.

Autor: Anderson Hernandes
Sua formação em contabilidade e marketing, além do MBA Executivo e MBA em gestão de negócios pela ESPM e mais de cem programas de extensão no Brasil e no exterior agregou um conhecimento fundamental para aplicar em seus treinamentos por todo o Brasil.
Com ampla experiência na direção de outsourcing  (www.tactus.com.br) e os diversos livros e dezenas de artigos publicados o torna um profissional diferenciado e capacitado para proporcionar um treinamento.

Como se preparar para uma transição de carreira?

Hoje em dia, as carreiras profissionais passam por constantes mudanças, quer por impulsionamento do mercado ou por vontade dos próprios profissionais. Muitas profissões deixaram de existir nos últimos anos e muitas outras surgiram, permitindo que os profissionais migrem de carreira diversas vezes em sua trajetória profissional. Não raro eles decidem atuar em um novo mercado ou profissão, em busca de maiores oportunidades, qualidade de vida, satisfação pessoal ou por outros motivos. Mas como podem os profissionais se adequarem a essas transições? De várias formas, assim algumas dicas nesse respeito:

Nem tudo é eterno

Encarar aquilo que fazemos hoje como sendo a única opção na carreira é um erro comum de profissionais que pararam no tempo. Todos devem estar preparados para evoluir a cada dia, olhando anos à frente em relação a sua formação e profissão. Não existem garantias que aquilo que fazemos hoje será o que faremos num futuro próximo, podendo mudar o modo, motivo ou objetivo do que fazemos, ou até mesmo simplesmente deixarmos de fazer. Portanto, não percam de vista as tendências de mercado em relação a sua profissão.

Seja rápido nas mudanças

Por mais obvio que possa parecer isso, a experiência mostra que as pessoas têm uma enorme dificuldade de mudar. Costumo dizer que a maior dificuldade não é aprender algo novo, mas “desaprender” o que aprendemos. Isso exige um esforço ainda maior do profissional, pois todos nós carregamos vícios profissionais que podem tornar a mudança um grande desafio. Deste modo, não basta dizer que está aberto a novas experiências é preciso estar de verdade.

Aceite começar de baixo

Nem sempre conseguiremos mudar de área e manter o mesmo padrão de cargo, salário e benefícios que tínhamos na área anterior, por isso o profissional deve estar em condições e disposto de assumir uma redução de salário e de cargo. Dificilmente um profissional migrará de carreira e terá melhorias imediatas em relação à carreira anterior e por esse motivo terá de investir pela transição.

Use a diversidade a seu favor

Anteriormente as empresas valorizam profissionais que tivessem uma formação específica para a área de atuação, mas hoje é diferente. A cada dia o mercado busca profissionais formados em áreas distintas para atuarem em segmentos específicos, portanto valorize a sua formação e tenha capacidade de demonstrar numa entrevista como ela pode ser útil na carreira ou cargo almejado.

Invista em redes de relacionamentos

Cada vez mais são valorizados os contatos profissionais vindos de redes de relacionamentos profissionais. Sites como Linked in podem ajudar a iniciar contatos com a área pretendida e conhecer empresas que você almeja trabalhar. Além disso, as empresas buscam informações das páginas que os profissionais mantem nesses sites, deste modo invista nelas.

O momento de transição de carreira não é um processo simples, mas os profissionais que investirem tempo nele na maioria das vezes alcançarão bons resultados a longo prazo, por isso não deixe de pensar na sua transição de carreira como uma grande oportunidade de sucesso profissional.

Anderson Hernandes é escritor, autor de 5 livros, palestrante de marketing pessoal.
Site: www.andersonhernandes.com.br
E-mail: anderson@hernandes.com.br
Fonte: Artigonal
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A muralha da China em volta de você

A muralha da China ou simplesmente a Grande Muralha, como é conhecida, tinha a função essencialmente defensiva no período imperial Chinês. Figurativamente falando, muitos profissionais construíram uma “Grande Muralha” em volta de si mesmos, como forma de se protegerem de aparente riscos profissionais.

Muitas pessoas têm inseguranças que se perduram por anos ou até por uma vida inteira, fazendo com que se percam oportunidades únicas que poderiam dar um significado diferenciado na carreira. Podemos incluir nesse contexto, profissionais que exercem funções completamente divergentes de seus desejos ou que se sujeitam a trabalharem em empresas desalinhadas com seus valores ou sem qualquer perspectiva de evolução profissional, simplesmente pelo medo de correr riscos.

Seria ilógico imaginar que todo profissional deve buscar somente o privilégio de se dedicar somente naquilo que ama, porém não podemos negar que muitos conseguiram adaptar seus gostos ao que fazem, mesmo que isso não seja a sua principal paixão. Por outro lado, deixar de lado as possibilidades de adequar a sua carreira a algo que você realmente aprecie, simplesmente por insegurança, é o que fazem aqueles que construíram uma muralha em volta de si mesmo.

Todos os profissionais, inclusive os bem sucedidos, em algum momento de sua carreira tiveram impasses sobre suas escolhas profissionais e, provavelmente, buscaram aconselhamentos ou coaching de modo a ajudar no direcionamento certo. Mas, o profissional dentro da muralha pensa diferente, ele olha a sua volta e só vê um grande muro que o cerca, e o que era para ser a sua proteção pessoal, na verdade encobre a sua visão das oportunidades.

Conheci um profissional que era um exímio programador de sistemas em uma determinada linguagem de programação. Trabalhou anos em uma empresa que utilizava essa linguagem e assim se protegeu em volta dessa muralha. O mundo girava a sua volta, mas o muro impedia que ele enxergasse a evolução da sua área. E o previsto aconteceu, o sistema foi substituído por outra linguagem, mais tarde por outra e assim se deu, e em pouco tempo esse profissional estava fora do mercado de trabalho. Histórias como essa se repetem a cada dia e continuarão a se repetir, pois o mundo é assim, está repleto de pessoas em volta de suas “grandes muralhas”.

Uma muralha só pode ser derrubada de duas formas: De uma única vez, como que explodindo toda ela ou aos poucos, em que gradativamente o profissional vai abrindo pequenos buracos até se desprender totalmente dela. Particularmente acredito que a segunda opção seja a mais adequada, pois o profissional tem tempo para adaptar-se a um novo mundo que ele não conhecia. A derrubada repentina de uma muralha, na maior parte das vezes é motivada por um acontecimento não previsto pelo profissional, como a perda de um arrimo de família, a falência de uma empresa ou uma demissão inesperada. Nesses casos, ele não tem escolha porque a muralha foi destruída.

Deixar a zona de conforto não é uma tarefa fácil. Requer que o profissional tenha coragem e confiança em si mesmo. Todos nós somos capazes de alcançarmos feitos que não imaginávamos que poderíamos, desde que nos preparemos para isso. A autoconfiança não é uma habilidade que simplesmente surge, mas é alcançada com estudo, dedicação, leitura, ou seja, com o tempo. Isso me faz lembrar quando comecei a jogar basquete há alguns anos. Como eu apresentava deficiência técnica em relação aos meus colegas mais jovens, optei por contratar um personal training de basquete. Uma das lições que desde o início ele me ensinou é que quando fosse atacar pelo lado esquerdo da quadra eu deveria fazer o arremesso de bandeja com a mão esquerda, pois o meu corpo protegeria a bola de um bloqueio de defesa. Para mim aquilo parecia impossível, pois sou destro, mas ele me treinou exaustivamente. Passado muito tempo depois, posso afirmar que aprendi a fazer o arremesso de bandeja com a mão esquerda melhor que com a direita. O que era uma deficiência se tornou uma qualidade.

É comum temos a predisposição de nos julgarmos incapazes de vencer novos desafios e a diferença entre aqueles que vivem dentro de suas muralhas é que esse autojulgamento domina a iniciativa deles e simplesmente não agem. Não estou incentivando que os profissionais sejam inconsequentes, de modo a tomarem decisões que podem trazer dificuldades ou correrem riscos desnecessários. O ponto em destaque é que a aparente segurança pode revelar-se um grande perigo profissional.

Portanto, para e pense um pouco se esse não é o momento para derrubar a “Muralha da China” em volta de você.

Anderson Hernandes é escritor, autor de 5 livros, palestrante de marketing pessoal.
Site: www.andersonhernandes.com.br
E-mail: anderson@hernandes.com.br
Fonte: Artigonal
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